Disaster Recovery no azure

DISASTER RECOVERY NO AZURE

Por mais abrangentes que as políticas de segurança digital e de governança de TI de uma empresa sejam, incidente, falha ou acidente podem acontecer a qualquer momento. Por isso, a sua empresa deve contar com um conjunto de estratégias que auxiliem na recuperação rápida dos serviços e diminua o impacto causado pelas ocorrências, o chamado Disaster Recovery Plan.

O que é Disaster Recovery Plan?

Também chamado de DRP ou Plano de Contingência, o Disaster Recovery Plan é uma documentação utilizada por empresas para diminuir o impacto causado por acontecimentos que podem afetar o funcionamento das atividades ligadas à infraestrutura de TI corporativa. Ele é utilizado para restaurar os de serviços de TI no menor tempo e da melhor maneira possível.

Disaster Recovery x Cloud Computing

Por incrível que pareça a estratégia de Disaster Recovery ainda é adotada por poucas empresas. Envolve um conjunto de políticas e procedimentos para permitir a recuperação e continuação da infraestrutura de TI na sequência de um imprevisto como por exemplo: falhas, enchentes, incêndios e até ataques como às torres gêmeas do World Trade Center. Você já parou para pensar quantas empresas abriram falência após perderem todos os seus dados?

Pois então, o Disaster Recovery pressupõe que todo data center seja espelhado em outro site, com a mesma infraestrutura física e as mesmas licenças, e que ambos estejam sincronizados. Porém, o custo para manter dois data centers idênticos, sendo um deles ocioso é altíssimo. Além disso, não é uma boa ideia manter essa infraestrutura no mesmo local de produção das informações, o risco de perda é extremamente alto.

Com as suas informações na nuvem, você não precisa preocupar com isso, você só paga pelo espaço utilizado, ou seja, os seus custos vão lá pra baixo e os seus dados sempre estarão prontos para entrar em produção independente de qualquer situação.

As empresas estão usando a nuvem da Microsoft, o Azure, para possibilitar a rápida recuperação de desastres de seus sistemas críticos de TI. Sabemos como te ajudar!

Por que migrar para a nuvem?

  • Economia: Modelo de preços flexível, baseado no consumo. Reinvestimento do recurso financeiro destinado para CAPEX. Aumento no indicador de ROIC;
  • Elasticidade: Possibilita ampliar o uso da infraestrutura de TI e depois retroceder de acordo com a sua necessidade atual;
  • Agilidade: Provisione nova infraestrutura em minutos em vez de em dias, semanas ou meses;
  • Gerenciamento simplificado e disponibilidade garantida de 99,9%;
  • Atualização tecnológica sem investimento: Infraestrutura sempre atualizada (não deprecia);
  • Plataforma segura e durável com auditorias e certificações reconhecidas pelo setor.

Em cloud computing, a pergunta deixou de ser “devo migrar para a nuvem?” e tornou-se “quando e qual a melhor maneira de migrar?

Estudos do Gartner apontam que em 2017 os investimentos das empresas brasileiras em Cloud devem chegar a US$ 4,5 bilhões, e até 2020 devem atingir US$ 20 bilhões. A nuvem será uma escolha natural de mais de 50% dos empresários ao redor do mundo.

A Forrester Research estima que o mercado global de nuvem está se expandindo a uma taxa de crescimento anual de 22% e deverá atingir US$ 146 bilhões até o final de 2017.  E as previsões são as de que atinja US$ 236 bilhões até 2020. IaaS e PaaS devem ser um mercado de US$ 32 bilhões em 2017, crescendo 35% ao ano.

Um outro levantamento de 2017, dessa vez realizado pela IDC afirma que, até 2020, 67% da infraestrutura e software de uma empresa serão voltados para ofertas baseadas em tecnologias de Nuvem.

Por que o Azure?

  • 85% das empresas Fortune 500 usam. São mais de 120.000 assinaturas por mês;
  • São mais de US$15 bilhões investidos em geo-expansão para executar aplicativos e garantir que os clientes sempre obtenham um excelente desempenho;
  • IaaS + PaaS: Única plataforma de nuvem classificada pelo Gartner como líder da indústria tanto para IaaS (Infraestrutura como um Serviço) e PaaS (Plataforma como um Serviço);
  • Habilitado para criações híbridas: Oferece o melhor de dois mundos, nuvem pública e privada, expandindo suas opções de TI sem elevar a complexidade;
  • Aberto e flexível: O Azure dá suporte a qualquer sistema operacional, idioma, ferramenta e estrutura, desde o Windows até o Linux, do SQL Server ao Oracle e do C# ao Java;
  • Econômico e dimensionável: Pode ser dimensionado ou reduzido rapidamente para acompanhar a demanda, por isso você somente paga pelo que usar;
  • Está em todo lugar: É executado em 22 regiões do mundo, mais países e regiões do que os do Amazon Web Services e Google Cloud combinados. Está disponível em 140 países, incluindo a China;
  • Segurança: A Microsoft foi o primeiro provedor de nuvem reconhecido pelas autoridades de proteção de dados da União Europeia. A primeira que adotou o novo padrão de privacidade de nuvem internacional, ISO 27018. Lançou também o Azure Government, uma versão autônoma do Azure projetada para atender as exigências rigorosas de conformidades das agências públicas do EUA.