Jornada para a Nuvem

O que considerar na performance dos seus servidores na Jornada para a nuvem

Você está planejando migrar o seu datacenter para a nuvem e a seguinte pergunta é feita: Como será a performance dos meus servidores após a jornada para a nuvem? Essa pergunta é frequente entre os profissionais de TI e deve ser pensada e analisada levando em consideração alguns itens:

Primeiramente, devemos considerar que na nuvem não planejamos o hardware dos servidores. Isso para que não precisem de investimento em um prazo longo. Ou seja, utilizaremos os recursos de maneira mais “justa” onde somente o que é necessário será configurado.

Isso também inclui questões financeiras, já que quanto mais recursos eu alocar para um servidor, maior será a minha conta.

E, segundo, precisamos saber exatamente quais são os recursos necessários para cada servidor no ambiente em nuvem. Além disso, essa preocupação normalmente é muito menor quando temos o hardware no nosso datacenter. E que, na maioria das vezes, está subutilizado.

Portanto, precisamos entender quais são os tipos de máquinas virtuais no Azure (a nuvem da Microsoft) e qual a diferença entre elas.

 

Tipos de máquinas

Antes de entrar nos detalhes dos tipos de máquinas, é importante ressaltar que cada uma delas terá uma quantidade grande de opções disponíveis. Hoje temos cerca de 140 diferentes modelos de máquinas para escolher.

Confira as famílias (tipos) de máquinas virtuais no Azure:

  • A: São os servidores de entrada, possuem entre os servidores do Azure desempenho moderado de CPU;
  • B: Modelos econômicos de máquinas virtuais que possuem limitação no uso de CPU, podendo utilizar toda a CPU da máquina depois de acumular créditos de CPU;
  • D: São servidores com melhor desempenho de CPU e que utilizam processadores mais novos e possuem o Hyper-Threading habilitado. Além disso, possuem uma relação moderada entre quantidade CPU e memória;
  • E: São servidores com processadores de alto desempenho, porém possuem uma relação entre quantidade de CPU. Além de memória que favorece a quantidade de memória por CPU;
  • F: São servidores com processadores de alto desempenho e voltados para cargas de trabalho que precisam de uso intensivo de CPU, a relação entre quantidade de CPU e memória favorece a CPU;
  • G: Servidores para grandes cargas de trabalho. Tanto em relação a CPU quando a memória. Dependendo do modelo, utiliza um hardware dedicado para o cliente. É utilizado para SAP HANA (Banco de Dados In Memory) ou HortonWorks (Análise de Big Data);
  • H: Servidores com uma CPUs, Memória e interface de rede de última geração. Suporta tecnologias como Hyper-Threading e RDMA para aplicações que demandem alto desempenho, como por exemplo análises financeiras;
  • L: Servidores para cargas de trabalho de baixa latência, como bancos de dados NoSQL. Possui suporte a discos rápidos e uma grande quantidade de armazenamento em SSD local;
  • M: Servidores com capacidades de até 2TB de memória RAM e até 128 vCPUs. Utilizado para cargas de trabalho que demandem alta utização de hardware;
  • NC: Servidores utilizador onde há necessidade de computação gráfica, possuem GPU com aceleração gráfica e outras funcionalidades que são necessárias para esse cenário;
  • ND: Servidores voltados para inteligência artificial, possuem GPUs Nvidia utilizados que são ideais para essas cargas de trabalho;
  • NV: Servidores assim como: as outras séries N com GPU Nvidia para computação gráfica, IA e outras funcionalidades que necessitam de GPU. Porém, possuem GPUs com arquitetura diferente das outras séries, permitindo que a escolha seja baseada na necessidade da aplicação que será executada.

 

 Tipos de Hardware

Dentre tantos tipos de Hardware disponíveis, qual escolher para rodar os meus servidores na nuvem?

Depende da necessidade do seu servidor. O Azure permite que você opte por variadas configurações que podem atender as demandas de serviço mais exigentes.

Enfim, é importante perceber que, apesar da existência de vários modelos de servidores, a disponibilidade desses modelos depende do datacenter que se pretende criar o servidor. Alguns datacenters não possuem todos os modelos, por isso é importante verificar a disponibilidade antes de criar um servidor.

E finalmente, respondendo à pergunta inicial: Como será a performance dos meus servidores após a migração? Ela será tão boa quanto a escolha que você fizer para o seu servidor na nuvem.

Quer saber mais sobre performance na jornada para a nuvem? Entre em contato com a SGA Tecnologia Inteligente e fale com um dos especialistas em cloud.