Backup no Azure Gestão de TI Segurança

Segurança em TI: 4 falhas comuns para corrigir

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A política de segurança de um negócio é fundamental para que o ambiente de TI corporativo seja robusto e confiável. As rotinas de proteção adotadas pelo empreendimento eliminam vulnerabilidades, auxiliam na criação de uma infraestrutura monitorada e com alto desempenho.

No entanto, para que isso dê certo, é importante que o gestor de TI saiba definir padrões elevados de segurança e privacidade. As rotinas de segurança têm um impacto direto no índice de sucesso de tentativas de ataque virtual e penetração de rede. Diante disso, erros devem ser evitados, reduzindo o impacto de brechas de segurança.

Quer conhecer quais são os mais comuns? Então veja a nossa lista com as quatro falhas cometidas com segurança em TI!

1. Política de segurança em TI mal integrada aos processos internos

A política de segurança e privacidade de um empreendimento só terá sucesso se ela estiver profundamente integrada aos processos corporativos. Quando isso não ocorre, o gestor de TI acredita que está em um ambiente com alta capacidade de proteção e controle. No entanto, grande parte dos malwares e ameaças digitais podem obter sucesso, causando graves prejuízos a empresa.

Para que a política de segurança faça sucesso, é importante que o gestor consiga avaliar as necessidades de cada área da empresa. A identificação dos pontos críticos torna o direcionamento mais eficiente e com menos vulnerabilidades, tornando a infraestrutura mais robusta a médio e longo prazo.

2. Falha no treinamento de usuários

Por mais qualificada que seja uma política de segurança, ela só tem um impacto positivo quando todos os usuários das plataformas corporativas passam a adotar boas práticas de segurança. Nesse sentido, o plano de segurança e privacidade da companhia deverá incluir o treinamento constante de todos os profissionais da empresa.

Práticas como o uso de senhas fortes, autenticação de dois passos e filtros de SPAM podem ter um grande impacto na quantidade de malwares presentes na infraestrutura corporativa. Elas se integram aos processos de monitoramento e backup para tornar todo o ambiente de trabalho mais eficaz. Assim, a empresa consegue atrair mais clientes e parceiros comerciais.

3. Enviar dados em meios não seguros

O envio e recebimento de dados em conexões de rede faz parte do cotidiano de qualquer empreendimento. Muitas vezes, isso é feito por canais com baixa segurança, algo que deve ser evitado a todo custo por empresas de pequeno e médio porte. Assim, informações de alto valor ficam expostas a ataques diversos, como os do tipo man in the middle.

Para dar proteção de verdade ao usuário, a política de segurança digital deve incluir boas práticas de segurança e a implementação de ferramentas da área. VPNs, criptografia ponta a ponta e outros fatores como o uso de senhas complexas. Assim, a empresa pode manter rotinas mais flexíveis sem comprometer a sua privacidade.

4. Não atualizar sistemas

A atualização de sistemas e ferramentas de segurança deve fazer parte do dia a dia do negócio. Updates tornam softwares mais seguros, com índices de vulnerabilidade mais baixos e com novas funções. Já reduzir os processos de homologação para pontos críticos torna a atividade do técnico de TI mais simples e com maior alcance. Assim, a empresa pode trabalhar com mais agilidade e tranquilo.

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