5G e Nuvem

5 tecnologias que serão transformadas pela união do 5G com a Nuvem

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É inegável o quanto a computação em nuvem tem se tornado base de construção de todos os avanços tecnológicos que surgem após ela. Com o anúncio que o 5G já está pronto para o consumidor final, muito se especulou sobre os impactos e desdobramentos da chegada dele ao mercado amplo – e, decerto, é melhor nos prepararmos para muitas consequências não-premeditadas do avanço do 5G. Contudo, o que se sabe é: ele mudará a forma como nossos dados são coletados, tratados e na transformação desses dados em inteligência.  

Neste artigo, visamos trazer luz aos processos que com certeza serão transformados pela chegada e evolução do 5G no mercado. Vem com a gente!  

O que é o 5G e por que ele irá transformar a conectividade como conhecemos?  

O 5G é a quinta geração de tecnologias wireless mobile. As evoluções previstas do 4G para seu sucessor, o 5G, referem-se, especialmente, à estabilidade e rapidez. Esse salto em conectividade, permite que dados sejam enviados e recebidos de forma muito mais acelerada, que aplicações rodem de forma mais eficiente e que a interface end-to-end de features mobile seja mais responsiva.  

O 5G também implica em triangulações de sinais de rádio mais próximas – mais torres emitindo e recebendo sinais, cada vez mais próximas de onde o sinal está sendo emitido. O que isso significa, na prática? Já está em curso uma adaptação da infraestrutura das cidades para direcionar esse sinal com eficiência – e a nuvem tem um grande peso nesse processo.  

O 5G e a ‘Cloudificação’: rapidez nas nuvens  

À grosso modo, é justo dizer que as tecnologias que irão surgir a partir de agora já pressupõe a utilização massiva da computação em nuvem. Isto porque, tais tecnologias, implicam em rapidez, disponibilidade e eficiência – requisitos que a nuvem provisiona, quando comparado com ambientes locais.  

O buzz do 5G trouxe consigo uma série de questionamentos sobre proteção aos dados, segurança, volatilidade e interconectividade. Trouxe, também, a consolidação do poderio da computação em nuvem para todas as etapas da cadeia de consumo de TI, chegando agora mais ostensivamente ao consumidor final.  

Ainda que exista um questionamento se o 5G irá ‘matar’ a nuvem, e alguns alarmismos em relação à forma em que o consumidor final irá compartilhar dados e arquivos, uma vez empoderado pela latência de 1 milissegundo do 5G, uma coisa é fato: sem a nuvem, as operadoras de 5G teriam que investir bilhões de dólares em dispositivos inteligentes autônomos, a fim de coletar e gerenciar a vastidão de dados promovidos pelo 5G.   

Portanto, é seguro dizer que essa ‘dupla dinâmica’ – o 5G e a nuvem – são indissociáveis. Caminham juntos para que os usuários mobile tenham mais opções de consumo e features. Os aplicativos mobile já são inteiramente dependentes da nuvem e essa dependência só irá aumentar: a alta disponibilidade e baixa capacidade de latência do 5G demandam ambientes dinâmicos e elásticos.  

Confira aqui 5 desdobramentos tecnológicos do 5G que só são possíveis a partir da nuvem:  

  1. 5G e o trabalho remoto: driblando as dificuldades da pandemia  

A promessa é que, com a chegada do 5G ao consumidor final, haja uma melhora na conectividade de internet e uma maior segurança para o usuário. No que tange ao trabalho remoto, espera-se que o tempo de recebimento de e-mails seja reduzido a zero. Com a estabilização da pandemia, espera-se que mesmo os colaboradores que não retornaram aos escritórios utilizem cada vez mais a estrutura de cafés e espaços compartilhados – tornando-se fundamental uma rede estável, segura e rápida de internet. 

  1. 5G e IoT: turbinando a transferência de dados   

Partindo do pilar da conectividade, o 5G acaba por ‘turbinar’ as iniciativas de IoT – uma vez que, essas iniciativas, se baseiam em modelos de sistemas interrelacionados de computadores, descartando a necessidade de interação humana no processo de transferência de dados.  

Utilizando da nuvem como pressuposto, o 5G promete, também, aos dispositivos de IoT, um acesso rápido à infraestrutura em nuvem e possibilita o aumento da força do sinal da rede de IoT, minimizando problemas de latência.  

Num âmbito mais prático, onde conseguimos ver as reverberações da diminuição da latência do 5G em operações de IoT? As ‘cidades inteligentes’, por exemplo, utilizam-se da Internet das Coisas para reduzir o trânsito, distribuir de forma eficiente a água, aumentar a segurança e até mesmo reduzir a poluição – com o advento do 5G, esses arranjos se tornam ainda mais versáteis.  

Outra situação possível é a intensificação de carros autônomos, promovida através do 5G – a utilização vasta desses veículos se torna cada vez mais próxima.  

  1. 5G e Aplicações em Nuvem  

Com a efervescência da interconectividade mobile, as aplicações mobile viram o centro da experiência do cliente, agora com muito mais rapidez e possibilidades. Invariavelmente, essas aplicações serão nativas em nuvem e a combinação dos processos resulta em alta disponibilidade e eficiência.  

  1. 5G, processamento de dados e Inteligência Artificial (IA)   

As programações neurais e demais mecanismos de IA ganham um campo farto uma vez que os dados são coletados e transitam de forma mais rápida. Com um volume muito maior de informações, o processamento desses dados acaba por se tornar vital à insights preditivos que transformem ainda mais essa interação para os usuários finais. A aplicação de IA, portanto, para leitura e interpretação desse movimento massivo de dados é fundamental e assume um espaço central no processo.  

  1. 5G, Edge Computing e nuvem   

O Edge Computing se trata desse movimento de aproximar o recurso computacional da fonte de geração dos dados – encurtando o caminho percorrido pela informação e reduzindo tempo. Isso te lembra alguma coisa? O princípio da baixa latência do 5G, contemplado com as múltiplas camadas de distribuição de Edge Computing e Nuvem, criarão um ambiente complexo e funcional de interconectividade.  

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