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O que é uma cultura data driven? Como sua empresa pode impulsionar resultados com uma estratégia de dados?

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RRecentemente, muito tem sido falado sobre trazer um direcionamento de dados para as ações práticas das empresas. É fato que todos os setores das operações nas empresas têm sido impactados pela transformação digital orientada por dados. Mas o que é, de fato, uma cultura data driven?  

Num artigo recente da Rock Content, são citados dois exemplos práticos e altamente escalados do uso de uma estratégia de dados eficiente: filmes recentes da Marvel e Netflix. O que a cultura pop chama de Fan Service – quando as empresas se baseiam em informações de fóruns e demais comunidades de interação de fãs para construírem narrativas que se encontrem com as expectativas do púbico – nós chamamos de cultura data driven.  

De forma mais objetiva, a cultura data driven se baseia em dados gerados pelo público-alvo da ação, interconexões de consumo desse público (por exemplo, quem consome seu serviço, consome mais o que? Quais são os produtos complementares a sua oferta?) e cruzamentos de dados que são vitais ao entendimento da persona – onde está seu público? Como eles se distribuem por faixa etária e gênero, por exemplo?  

Tudo bem, eu sei que usar a Marvel e a Netflix como exemplos talvez te distanciem do que é necessário para implementar uma estratégia de dados que construa um mindset data driven na sua empresa. Portanto, bora simplificar!  

Por onde começar?  

  • Mapeie os sistemas da sua empresa que geram maior volume de dados: CRMs, cookies dos sites, histórico de atendimentos de chatbots são fontes valiosas de dados estruturados e não-estruturados. Conhecer o universo de informações que você possui é o primeiro passo para operações mais complexas!  
  • Uma cultura data driven é uma cultura centrada no cliente: falar de cultura de dados é, também, falar de transformações profundas na forma como o negócio se posiciona sobre as preferências, comportamentos e hábitos dos clientes. Mais do que nunca a interação com o cliente define uma série de processos, abordagens e até mesmo redirecionamentos em produtos e soluções.  
  • O homem é um animal de hábitos: inserir pixels, cookies e mais mecanismos, dentro das conformidades com a LGPD, é se propor a entender os caminhos que os visitantes do seu site ou plataforma percorrem até se tornarem (ou não) clientes. Os hábitos de consumo têm um impacto poderoso na formulação de estratégias de captação e direcionamento de demanda.  
  • É preciso educar a equipe para a era dos dados: não sejamos “casa de ferreiro, espeto de pau”. O valor de uma estratégia de dados se dá de dentro pra fora, educando os colaboradores de diversos departamentos sobre boas práticas de coleta e estruturação de dados. Muitas das vezes, as relações estabelecidas entre os dados não estão nítidas ou são novas descobertas entre os arranjos de informações – por isso, é importante que cada departamento na sua organização esteja ciente da importância dos dados que recebe e envia para o restante da empresa.  

Um dos pontos centrais da Transformação Digital é forma como direcionamos os dados de nossas empresas, clientes e visitantes, de forma ética e contribuindo para um ambiente digital dinâmico e interativo.  

Ainda tem dúvidas? Dia 22/10 teremos um Webinar gratuito sobre o tema, com Anderson Amaral, Diretor de Ciência de Dados na ScoraS. Você consegue se inscrever através deste link.  


Por Amanda Ramalho, Business Intelligence na SGA.

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