FAQ / Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre Jornada para a Nuvem

Um bom provedor de Cloud Computing oferece ferramentas especializadas e auditadas. Isso de forma que sua empresa tenha seus arquivos protegidos, sendo a disponibilidade uma parte importante dessa equação. Ter dados disponíveis em qualquer lugar, de qualquer aparelho, é uma vantagem. Ela não só agiliza a operação da empresa como garante que, em qualquer problema, essas informações podem ser imediatamente recuperadas a partir de um backup ou sistema redundante. A nuvem é uma  alternativa para aumentar a segurança dos dados sensíveis. Garantindo assim, sistemas sempre atualizados contra as principais ameaças. Isso porque, da mesma forma que a tecnologia evolui oferecendo novas facilidades à gestão de TI das organizações, os ataques também ficam cada dia mais sofisticados. Além de exigir que correções de segurança sejam executadas continuamente. Com sistemas baseados na cloud computing, a atualização da infraestrutura é feita automaticamente, assegurando que o sistema esteja protegido contra as mais novas ameaças. Além disso, a atualização da nuvem vem junto com o suporte de um parceiro dedicado 24x7x365 a deixar suas informações sempre seguras e disponíveis.
Abaixo listamos as principais vantagens que a sua empresa pode ter quando investe em um datacenter planejado e estruturado de forma estratégica:
  • os recursos da empresa são melhor aproveitados, reduzindo desperdícios;
  • a empresa passa a contar com as ferramentas que realmente precisa;
  • garante um melhor retorno do investimento (ROI);
  • os processos são modernizados e otimizados;
  • melhora a segurança de sistemas e dados.
Com isso, a empresa ganha força competitiva e pode até desenvolver um diferencial interessante para se destacar no segmento em que atua.
É importante realizar um diagnóstico capaz de entender onde os investimentos atuais estão sendo realizados e um estudo que aponta onde é possível reduzir custos. Entendemos que o desafio se resume em 3 pilares: Hardware, Software e Serviço. Nossa solução consolida estes 3 pilares e ajudamos a enxergar o modelo mais econômico e que geralmente ajuda a reduzir ainda mais os custos. Empresas como a Patrus Transportes, Jaguar Mininng, tiveram essa experiência com a SGA. Aqui você recebe um relatório periódico apontando recomendações de segurança, otimização investimento e problemas de desempenho no seu ambiente de nuvem. Além disso, conseguimos identificar os pontos que estão sem cobertura, e isso pode te onerar dando pouco tempo para equipe interna de TI focar em soluções que efetivamente agreguem valor ao negócio.
Certifique-se de que a empresa se preocupa com o relacionamento entre vocês e o responde em tempo hábil. Outra forma de garantir que a parceria será um sucesso é buscar fornecedores com certificação naquilo que fazem. A SGA, por exemplo, é GOLD em Cloud Platform.
Uma jornada para nuvem com planejamento pobre e mal implementada pode colocar obstáculos desnecessários no caminho do seu negócio. Por isso, é essencial para aqueles que carregam essa responsabilidade conhecer e obter os recursos certos e ferramentas adequadas para a migração. CIOs precisam de um mapa claro de como mover a empresa para a nuvem e devem entender o impacto da transformação digital. Portanto, fazer um bom planejamento em sua jornada para a nuvem é salutar para se beneficiar de todas as suas vantagens. Dentre as quais podemos citar, por exemplo:
  • uma segurança mais bem resolvida para as suas aplicações,
  • uma infraestrutura menos complexa no seu ambiente de rede
  • e o backup automático dos seus dados, que ajuda a protegê-lo de perdas e desastres.
Todavia, esses não são os únicos aspectos positivos de migrar. Mais flexibilidade e facilidade para colaborar entre seus pares, escalabilidade e uma relação de custo/benefício mais vantajosa também são fatores que você pode esperar da nuvem.
Agora que você já sabe a importância que a otimização da infraestrutura de TI tem para o negócio, veja como investir em datacenter de forma estratégica:
  • Descubra as reais necessidades do negócio: Para isso, você deve, antes, fazer um estudo profundo para entender como funciona o seu datacenter atual. Depois, pesquise as melhores práticas utilizadas pelo mercado e descubra quais soluções estão sendo oferecidas. Agora, liste os pontos fortes e fracos do seu datacenter, bem como os riscos e ameaças. Após, confronte essas informações com as oportunidades que o mercado oferece. Assim fica mais fácil descobrir o que é ideal para a sua empresa nesse momento.
  • Considere a Cloud Computing: Os melhores serviços de datacenter atualmente estão na nuvem. Ao migrar a sua infraestrutura para a cloud, a empresa ganha mobilidade, políticas de segurança mais rígidas, escalabilidade e uma potencial redução de custos com a aquisição e manutenção de equipamentos de informática.
  • Adote políticas de segurança: Mesmo que não migre o seu datacenter para a nuvem ainda, adote políticas de segurança que contem com as ferramentas online para complementá-las e reforçá-las. Por exemplo, você pode programar backups para serem realizados de forma automática e regular.
  • Faça manutenções: Se você ainda não tem um datacenter na nuvem, precisa se preocupar com a manutenção e atualização constante de equipamentos como, por exemplo: servidores, computadores, redes redundantes de energia e internet, cabeamentos, e softwares. Isso para garantir o funcionamento ininterrupto dos sistemas, não deixando o processo produtivo da empresa parar.
O primeiro e principal passo para garantir uma migração de sucesso que envolva toda a empresa é encarar esse desafio como uma oportunidade de unir e engajar os funcionários no crescimento do negócio. Portanto, não existe momento melhor para engajar sua equipe do que durante uma mudança de paradigma como essa. A transformação digital é uma necessidade mercadológica, mas também uma nova era. É com esse mindset que você deve apresentar sua estratégia de migração para todos os colaboradores. Além do sentimento geral de mudança e crescimento, o gestor precisa também criar um ambiente favorável através de atitudes pontuais antes, durante e depois da jornada para nuvem. Para exemplificar o tipo de comprometimento que você precisa ter, veja algumas ações que vão te ajudar a aproximar e engajar os funcionários: Convide todos os setores a participarem do planejamento; Identifique os entusiastas de cada área; Facilite o processo de migração.
Alguns gestores de TI afirmam: Não migro para a nuvem porque se a minha internet cair, meus funcionários continuarão trabalhando. É uma questão compreensível, porém, há outros pontos que podem envolver nessa pergunta: Hoje seu datacenter fica na matriz? Tem alguma filial que acessa o datacenter? Quantas? Quando o link do datacenter cai, impacta algum serviço do negócio? As filiais param de operar? É importante pra você resolver os problema de faturamento da filiais? Ao responder todas essas questões é possível perceber a importância de se ter um bom link de internet. Não só para a decisão de migrar para a nuvem, como também para ter softwares atualizados e em segurança.  
O processo de jornada pode acontecer de forma gradual migrando inicialmente ambientes não tão críticos. O CIO da Patrus Transportes, Manuel Landeiro, afirma que ele passou a rodar de forma mais segura na nuvem e com redução de 120 mil reais de custo por ano. Já Roberto Piragibe da Jaguar Mining entregou para os usuários que utilizam o RM da TOTVS um ambiente com melhor desempenho e recebeu elogios interno por isso. Estas duas empresas que eu citei, rodam 100% do seu ambiente na nuvem, extraindo resultados tangíveis para o negócio de cada uma.
Primeiramente, devemos considerar que na nuvem não planejamos o hardware dos servidores. Isso para que não precisem de investimento em um prazo longo. Ou seja, utilizaremos os recursos de maneira mais “justa” onde somente o que é necessário será configurado. Isso também inclui questões financeiras, já que quanto mais recursos eu alocar para um servidor, maior será a minha conta. E, segundo, precisamos saber exatamente quais são os recursos necessários para cada servidor no ambiente em nuvem. Além disso, essa preocupação normalmente é muito menor quando temos o hardware no nosso datacenter. E que, na maioria das vezes, está subutilizado. Portanto, precisamos entender quais são os tipos de máquinas virtuais no Azure (a nuvem da Microsoft) e qual a diferença entre elas.
O estudo de viabilidade econômica é composto por uma estimativa dos custos necessários para realizar um projeto. Confrontado com os potenciais benefícios que o plano pode agregar à empresa. Portanto, sempre que os benefícios forem maiores do que os custos, a empresa segue para as etapas de execução. Já quando as despesas superam os benefícios, a empresa posterga ou descontinua o projeto. Sua função é indicar quais investimentos devem ser priorizados com base nos potenciais retornos financeiros, seja ele uma redução de despesas ou a criação de um novo produto ou serviço a ser oferecido aos seus clientes. Elaborar um estudo de viabilidade econômica é transformar os argumentos sobre as vantagens em investir em determinada tecnologia ou projeto em dados financeiros. Portanto, ele ajuda sua empresa a aproveitar reais oportunidades no momento em que elas são mais significativas.

Por que escolher o Microsoft Azure?

De acordo com resultados de uma pesquisa divulgada pelo Sumo Logic, provedor de análise de dados e conduzida pela UBM Research, 230 profissionais de TI que trabalham em empresas de mais de 500 funcionários, o Azure superou a AWS como provedor de nuvem principal preferido, assumindo a liderança com uma margem de 10%, com 66% dos participantes preferindo o Azure, em vez dos 55% que confiavam na AWS. Essa pesquisa é significativa porque é a primeira vez que os dados da pesquisa sobre as preferências do cliente informaram que o Azure está liderando a AWS. No entanto, os dados também revelaram que um número significativo de empresas está usando mais de um provedor de nuvem. Enquanto o Azure e a AWS assumem a liderança, há certamente uma sobreposição de participantes que usam os dois, além de outros provedores promissores.
Comparar preços é uma tarefa complexa, algumas variáveis como tamanho de instância, tipo de disco, modelo mensal, anual ou 3 anos, tipo de recurso (IaaS ou PaaS), enfim, uma série de variáveis que precisamos levar em consideração. Em muitos cenários o Azure tem custo melhor que a AWS. O trabalho que a SGA Tecnologia Inteligente faz é diagnosticar a real necessidade do cliente, entender quais são os licenciamentos atuais que o cliente tem e propor o melhor cenário custo beneficio. Juntando todo o licenciamento a Amazon fica mais cara em relação a Microsoft, e que no estudo isso ficará muito claro.
As empresas estão comprometidas com uma variedade de produtos da Microsoft há anos. De acordo com os dados da pesquisa da UBM Research, mais de 50% dos participantes que preferiram o Azure como principal provedor de nuvem vinham de grandes empresas com mais de 10.000 funcionários. Isso faz sentido, considerando que a Microsoft tem uma posição segura em termos de relacionamentos e acordos empresariais com essas organizações maiores e é capaz de fazer vendas cruzadas do Azure.
O Azure atua em mais regiões globais do que qualquer outro provedor de nuvem – oferecendo a escala necessária para levar os aplicativos para mais perto dos usuários de todo o mundo, preservando a residência de dados e oferecendo conformidade abrangente e opções de resiliência para os clientes. Além disso é o primeiro grande provedor de nuvem a se comprometer contratualmente com os requisitos do GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados). Para proteger a sua organização, o Azure conta com segurança, privacidade e conformidade em sua metodologia de desenvolvimento, além de ser reconhecido como a nuvem mais confiável pelas instituições governamentais dos EUA, recebendo uma autorização alta do FedRAMP que abrange 38 serviços do Azure.
O Azure tem uma base sólida na Europa, onde mais usuários relatam o uso do Azure em vez da AWS como seu provedor principal. Em uma Pesquisa com 451 com 700 participantes considerados “tomadores de decisão de TI”, a AWS encabeçou a lista entre todos os participantes como o fornecedor preferido entre 39% dos participantes. Enquanto o Azure viu um aumento nos usuários, ele ainda ficou em segundo lugar no geral, com 35%. No entanto, apenas entre os participantes europeus, o Azure ficou no primeiro lugar, com 43,7% nomeando o Azure como provedor e 32% com a AWS.
É possível obter mais valor do investimento no Azure usando um dos serviços SaaS líderes do setor, incluindo o Office 365, o Dynamics 365 e o Enterprise Mobility + Security. O Azure compartilha muitas funcionalidades fundamentais com esses serviços, como o gerenciamento de identidades por meio do Azure Active Directory e o gerenciamento de dispositivo móvel por meio do Intune.
É possível desenvolver e criar como quiser no Azure, com sua opção de ferramentas, aplicativos e estruturas como Jenkins e Chef. Como um colaborador de software livre líder no GitHub, a Microsoft é ativamente compatível com diversos projetos da comunidade de softwarelivre, como Kubernetes, fluentd e Helm, e tem uma parceria exclusiva com a Red Hat para oferecer suporte multilíngue e coordenado em diversos produtos.
O AHUB (Azure Hybrid Use Benefit, ou “Benefício de Uso Híbrido do Azure”) é um programa criado pela Microsoft com benefícios para empresas que já utilizam seus softwares de forma local (principalmente o Windows Server) para seus serviços de nuvem. O programa permite que clientes apliquem suas licenças locais do Windows em máquinas virtuais no Azure. Desta forma, pagando menos pelo contrato de serviço sem perder seu investimento prévio. Para aproveitar o AHUB, você precisa ter pelo menos uma licença do Windows Server com Software Assurance ativado. A empresa pode economizar até 50% da assinatura do Azure enquanto sua licença local ainda é válida. Já que o que você já investiu é abatido do valor total do contrato. Além da economia, você ainda consegue converter facilmente um capital gasto em produto para infraestrutura como serviço, um modelo de investimento mais moderno que aumenta a produtividade e segurança e ainda libera a equipe de TI para trabalhar mais estrategicamente dentro do negócio.
O que se pode notar é o pouco tempo da equipe interna de TI em focar em soluções que efetivamente agreguem valor ao negócio (muito esforço empregado em administração e problemas corriqueiros do dia-a-dia e pouco tempo para projetos mais impactantes). Na nuvem isso não acontece. Com a facilidade de monitoramento, é possível identificar falhas, desempenho, automação e disponibilidade para garantir o SLA (Nível de acordo de serviço) é o que os gestores precisam para manter o foco no negócio.
As ferramentas integradas, os serviços unificados e as soluções comprovadas do Azure ajudam você a criar aplicativos empresariais, móveis e de IoT (Internet das coisas) com mais rapidez para qualquer plataforma ou dispositivo virtual. Qualquer desenvolvedor pode ser produtivo no Azure, não apenas aqueles com habilidades em operações de desenvolvimento ou experiência com o Windows, porque o Azure suporta a mais ampla seleção de dispositivos, sistemas operacionais, bancos de dados, linguagens, frameworks e ferramentas. Não quer gerenciar uma infraestrutura virtual? No Azure, você não precisa. Em comparação, o AWS delega a você o trabalho de integrar diferentes serviços.
O Azure oferece coerência híbrida em todos os locais: no desenvolvimento de aplicativos, na segurança e no gerenciamento, no gerenciamento de identidades e em toda a plataforma de dados. Isso ajuda a reduzir o risco e o custo de um ambiente de nuvem híbrida permitindo um conjunto comum de habilidades e oferecendo portabilidade de aplicativos e de cargas de trabalho. Diferente do AWS, o Azure permite que você crie facilmente aplicativos híbridos que utilizam recursos de seu datacenter, de provedores de serviços e do próprio Azure — tudo isso sem a necessidade de soluções alternativas nem decisões complexas. Você também pode usar um conjunto mais amplo de conexões híbridas, incluindo VPNs (redes privadas virtuais), CDNs (rede de distribuição de conteúdo), caching e conexões da Rota Expressa para garantir o desempenho e a facilidade de uso. Por fim, o Azure é executado em uma crescente rede global de datacenters gerenciados pela Microsoft e é o primeiro provedor de serviços de nuvem na China continental.
Com o Azure, sua organização pode obter vantagens competitivas, tais como mais eficiência, maior flexibilidade, melhor desempenho e claro, redução de custos pagando somente pelo que usar. Confira os 8 principais benefícios que farão você migrar sua infraestrutura local para a nuvem da Microsoft: 1. Investimento: A computação em nuvem elimina os principais gastos do capital de TI como hardware, software, implementação e manutenção dos datacenters locais que representa racks de servidores, eletricidade com disponibilidade permanente para energia e resfriamento e especialistas de TI para administração da infra. 2. Segurança e privacidade: A Microsoft entende que para as empresas migrarem para o Azure, elas precisam confiar na segurança e privacidade das informações que nela serão depositadas. Por este motivo, ela lidera o ranking de certificações de segurança entre todos os provedores de nuvem do mercado. 3. Rápido e facilmente escalável: Dentre os benefícios do Microsoft Azure, certamente um dos mais atraentes, principalmente para as Startups é a facilidade em disponibilizar o ambiente de TI, dispensando as enormes cotações em vários fornecedores, negociações, altos prazos entre a fabricação e entrega dos hardwares e implementações físicas e lógicas. Tudo isso pode ser trocado por menos de uma hora entre provisionar o pedido e ter o ambiente na nuvem disponível para uso. 4. Alta disponibilidade: A Microsoft garante disponibilidade de 99,95% dos serviços do Azure, ou seja, menos de cinco horas de tempo de inatividade por ano. Isso significa baixo risco de parada de ambientes, sejam eles críticos ou não. Assim, você garante que não vai perder nem tempo nem dinheiro se alguma falha ocorrer ocasionalmente. 5. Maior produtividade, aberto e flexível: O Azure aumenta a produtividade dos desenvolvedores pois suporta uma grande variedade de linguagens, frameworks, banco de dados e sistemas operacionais, do Windows ao Linux, do SQL Server ao Oracle e do C# ao Java. E assim integrando serviços, ferramentas e soluções. Assim ele ajuda na criação de aplicações para diferentes plataformas. 6. Backup prático e com baixo custo: O Backup no Azure aposentou as fitas, a rotina diária, semanal e mensal do administrador de TI em realizar o backup dos dados. Além disso, eliminou a dor de cabeça quando ele acaba esquecendo de trocar a fita devido à alta demanda das requisições. Oferecendo flexibilidade para escolher os dados que deseja proteger, pelo tempo que quiser em até 99 anos, o Backup no Azure é projetado para ser econômico. Com retenção de curto ou longo prazo e pagando somente conforme o uso. 7. Suporte de alto nível: De fato, o suporte dos engenheiros da Microsoft é um dos grandes benefícios do Azure. Independentemente do tamanho do seu negócio, você contará sempre com uma equipe de especialistas para apoia-lo.Com quatro planos disponíveis, o time de suporte do Azure pode atender desde ambientes de não produção e avaliação a ambientes de dependência crítica para o negócio. Além de acesso 24×7 aos engenheiros de suporte por telefone e-mail, chamados ilimitados e suporte a software de terceiros. 8. Focado em inovação: O Azure possibilita a criação de aplicativos inteligentes e baseados em dados, com reconhecimento de imagem. Como por exemplo os BOTs, que interagem naturalmente com os usuários. Usufruindo da inteligência artificial e da análise de dados de qualquer forma e tamanho, em tempo real.

Sobre as soluções na nuvem

ERP local: como sugere o nome, a instalação é executada localmente no hardware e nos servidores das empresas, além de ser gerenciado pela equipe de tecnologia da informação da empresa. O acesso aos dados é feito por computadores sem precisar de conexão com a internet. ERP na nuvem: esse sistema elimina a necessidade de possuir infraestrutura robusta para suportar o software. Com a migração, todos os dados do programa serão alocados na nuvem, e não mais em servidores locais. Na nuvem, os gastos que você terá enquanto utilizá-lo são perfeitamente previsíveis. Se quiser prever o seu budget para os próximos 12 meses, por exemplo, você saberá exatamente quanto será o gasto com o ERP, sem o perigo de ter surpresas lá na frente. Outro ponto de destaque é que não é preciso investir em infraestrutura para suportar o programa, já que ele ficará todo baseado na nuvem e seu uso é feito pela internet. Além disso, o ERP na nuvem é uma solução escalável, ou seja, caso a empresa aumente e precise de maior espaço para os dados. Além disso, não será preciso fazer altos investimentos com infraestrutura, bastando aumentar o espaço na nuvem que utiliza. E o que é melhor: você paga somente por aquilo que utiliza.
Também chamado de DRP ou Plano de Contingência, o Disaster Recovery Plan consiste em uma documentação utilizada por empresas para diminuir o impacto causado por falhas operacionais e outros problemas que podem afetar o funcionamento das atividades ligadas à infraestrutura de TI corporativa. Ele pode ser utilizado em eventos extremos como falhas de hardware em um conjunto de servidores após uma queda de energia). O objetivo é mitigar os efeitos da ocorrência e restaurar o máximo de serviços de TI no menor tempo e da melhor maneira possível. Portanto, essa documentação deve ser conhecida por todos os profissionais de TI.
De fato o backup na nuvem é uma alternativa mais segura e economicamente mais interessante. Incluindo uma equipe especializada, uma solução de backup cloud pode ser até 70% mais barato que em um datacenter local. Além disso possui benefícios que nenhuma outra tecnologia pode te oferecer, como: Escalabilidade:Assim como outras soluções em cloud computing, o backup na nuvem é escalável. Você tem a vantagem de pagar pelo espaço que você usa. Além de expandir ou reduzir sua capacidade de forma ágil, sem investir em hardware e licenças; Redundância:os dados de backup são armazenados e replicados geograficamente para manter cópias dos seus dados em outros data centers. Além disso, oferece 99 anos de retenção; Segurança: camadas de segurança e chaves de criptografia automática permitem que seus dados sejam copiados para a nuvem e restaurados de forma segura; Restore: o processo de restauração dos dados é automático e extremamente ágil. Além de não ter risco de extraviar ou corromper as mídias no meio do processo; Sem manutenção de unidade de backup: a equipe de TI não precisa mais planejar as migrações de mídia de armazenamento e a atualização de hardware. Enfim, tudo é de responsabilidade do provedor cloud.
Nuvem pública significa que a estrutura de um servidor é compartilhada por múltiplos usuários. Seus custos de contratação e manutenção tendem a ser menores, graças a esse compartilhamento. Isso não significa que as informações armazenadas serão públicas. Com uma série de políticas de controle de acesso as empresas garantem que cada consumidor visualize apenas os seus conteúdos, mesmo dividindo esse espaço com outros negócios. A nuvem privada, por sua vez, fornece um ambiente digital dedicado a cada cliente. Esse também é o caso quando sua empresa opta por criar seu próprio data center. A abordagem diferenciada possui duas características importantes: maior controle sobre os dados armazenados e suas respectivas configurações e um maior custo de manutenção, quando comparado com a nuvem pública. A nuvem híbrida surge como alternativa para tentar combinar as melhores características de cada modelo. Empresas podem manter como públicas parte dos serviços utilizados e informações armazenadas que precisam ser acessadas por parceiros e, ao mesmo tempo, configurar um ambiente seguro e privado para outros registros sensíveis.
Faz sentido que esse seja o mito mais disseminado sobre a segurança nos serviços de nuvem, pois é a lógica intuitiva que leva muitos profissionais ao erro. Se os dados da empresa estão confinados em um armazenamento interno, acessado por softwares instalados localmente, eles estão mais protegidos contra ataques externos. Certo? Não necessariamente. É possível que eles estejam ainda mais vulneráveis. Não existe sistema infalível contra invasões, ataques e injeção de softwares mal-intencionados. A segurança nesse caso é medida pela capacidade de monitoramento, de proteção e de ações rápidas de contenção. Sua equipe pode ter todo um sistema, com operação própria e funcionários responsáveis para cuidar do seu data center, entre outras funções — bons ambientes cloud têm equipes especializadas e dedicadas à segurança. Essa diferença é crucial na resposta a incidentes.
Quando se fala em nuvem, alguns profissionais desconfiados de TI levam a solução bem mais ao pé da letra que deveriam: eles imaginam que em um sopro todos os dados se perdem. A verdade é que, quando armazenados localmente, informações vitais para a empresa estão ainda mais sujeitas a uma exclusão acidental. Como exemplos mais comuns: um funcionário desavisado; uma queda de energia; ou pela perda de uma versão importante de um arquivo depois que alguém salva a nova por cima. Se a rotina de backup não for muito bem monitorada, esse é um perigo iminente em data centers próprios. Já em serviços de nuvem, os backups são geralmente automatizados. Além disso, o provedor conta com sistemas redundantes para proteger os dados e armazenar históricos de modificações.
A verdade é que a segurança e a política de privacidade do provedor estão diretamente ligadas aos termos do contrato de prestação de serviço. Ao contratar serviços sérios e de qualidade, a cláusula de confidencialidade impede que qualquer pessoa não autorizada acesse, leia ou edite arquivos da empresa. Portanto, como toda terceirização, é importante pesquisar referências e condições. Lembre-se de que compliance não é garantia de qualidade, embora esse seja um excelente indicador. Muitos provedores adaptam serviços apenas para as auditorias. Por isso, fique de olho.
Para reduzir custos, é comum que empresas contratem nuvens públicas, nas quais um servidor abriga os dados de vários clientes e divide recursos de computação entre eles. Apesar de estarem fisicamente ocupando o mesmo espaço, não é possível que um contratante acesse informações de outro. Camadas de virtualização não são simples de serem transpostas e existem poucos relatos sobre isso no mundo. Claro, além de se preocuparem com os ataques externos, os bons provedores têm também profissionais preparados para lidar com essa separação.
Sim. Serviços que fornecem ambientes cloud apresentam a localização de sua estrutura e está nas mãos do cliente escolher onde os dados ficarão baseados. A importância dessa escolha, além da velocidade de acesso aos arquivos, é manter informações sigilosas e pessoais em países onde seu armazenamento esteja de acordo com as leis locais.
A migração de dados entre planos ou até provedores diferentes é geralmente tranquila, rápida e todo o processo fica por conta do contratado. O único problema que pode surgir é a incompatibilidade de ferramentas de virtualização ou softwares, mas essas são questões pontuais. Mesmo que demorem para ser solucionadas, elas não obstruem a operação da sua empresa.
Esse é um mito sobre segurança de dados e de segurança profissional. A automatização de processos em ambientes cloud muitas vezes é associada com a diminuição de cargos e a perda do controle intelectual sobre informações importantes. A verdade é que o cloud computing ajuda a aprimorar nas duas pontas. Ele cria novos cargos mais especializados para lidar principalmente com automação e segurança, ao mesmo tempo em que diminui o risco de brechas causadas por falha humana.
Não. É possível investir para economizar e ainda tornar mais seguro o seu sistema. Isso acontece primeiramente porque o custo de um provedor de cloud computing é adequado à sua demanda. Se sua prioridade é segurança, você pode contratar um plano com menos recursos, mas que te ofereça mais suporte. Caso contrário, você pode aliviar na proteção e aumentar o armazenamento ou capacidade de computação. No entanto, a nuvem é, principalmente, uma forma de economizar em otimização da produtividade do time de TI. Ao usar cloud computing, sua equipe não fica presa a vários pequenos processos de manutenção e proteção, podendo focar as horas de trabalho em operação, análise e aumento de performance. A segurança de dados corporativos pode ser medida pelo preparo da equipe, equipamentos atualizados e dedicação a processos específicos. Por mais capaz que sejam os profissionais da sua empresa, dificilmente você conseguirá equiparar o esforço deles a um provedor exclusivo de ambientes cloud.
Primeiramente, para ter certeza de que sua empresa está compliance mesmo migrando seus dados, sistemas ou infraestrutura para a nuvem é importante fazer 3 avaliações: externa, interna e do provedor dos serviços de cloud computing. 1. Externamente: Todas as normas e legislações impostas pelo governo ou agências reguladoras precisam ser mapeadas e rigorosamente seguidas. Caso contrário, a empresa pode ser multada ou impedida de atuar. Além dessas regras, é importante avaliar se o segmento de atuação de sua empresa não exige a obtenção de certificações ou o atendimento de regras internacionais. Por outro lado, algumas empresas exigem que seus parceiros obtenham um certificado ISO ou de algum outro instituto certificador, para poder se tornar um fornecedor. 2. Internamente: Alguns negócios não precisam seguir nenhuma regulamentação externa. Porém, definem padrões e políticas sobre acesso a informações que interferem diretamente sobre a maneira como os sistemas são implantados e a infraestrutura da TI é organizada. Ou seja, a governança acaba sendo criada de maneira formal ou informal. Isso por necessidade de proteção a informações ou recursos relevantes para o negócio. Não obedecer a essas definições seria o mesmo de não estar em compliance! Portanto, caso o provedor de nuvem não seja capaz de atender as políticas e normas internas, então ele não deve ser considerado como uma opção para a sua empresa. 3. Provedor: Alguns provedores de cloud computing buscam atender diversas normas e obter várias certificações para estar compliance com a maioria dos clientes. Este é o caso do Microsoft Azure, por exemplo. A solução em nuvem da empresa atende a mais de 55 legislações e regras internacionais. Logo, ao contratar a solução correta de computação em nuvem, sua empresa estaria “herdando” o compliance e a qualidade desses serviços para seu departamento de TI.