Gestão de TIJornada para a Nuvem

O que estratificar no TCO do seu datacenter on-premises?

Sabemos o quão estressante é o momento de refresh do datacenter local para as organizações.

São várias etapas até a conclusão, dentre elas a definição de novos hardwares, levantamento de requisitos dos sistemas, análise de fornecedores, propostas, negociação e fechamento. Além de todos estes pontos, normalmente não é contabilizado o tempo gasto nestes processos que acabam envolvendo várias áreas como TI, financeiro, compras e diretoria.

E se eu te disser que ainda assim, com tantas pessoas e processos envolvidos, sua empresa pode estar gastando mais do que aprovou na proposta? Acredite, provavelmente ela está.

 

Quais são os custos diretos e indiretos?

A seguir, explicarei os custos diretos para a aquisição de uma nova infraestrutura local. Na maioria dos casos, as organizações levam em consideração basicamente os hardwares e softwares necessários para o funcionamento dos sistemas da empresa. Alguns exemplos:

  • Hardwares: Servidores, Storages, Switchs, Firewall, Unidades de backup, combate a Incêndio, Porta Corta Fogo, Câmeras de Segurança, Nobreaks e Geradores.
  • Softwares: Sistema Operacional, virtualizador, sistema de replicação para site backup, banco de dados, software de backup, antivírus e Cals de acesso

Mas e os custos indiretos? Muitas empresas nem percebem que eles existem e afetam a conta final.

Chamamos de custos indiretos basicamente os custos mensais e serviços à vista. Eles envolvem a infraestrutura do datacenter local e que normalmente não são considerados na conta, como:

  • Consumo de energia elétrica dos hardwares, do ar-condicionado, iluminação, nobreaks e geradores;
  • Contrato de suporte e consultoria técnica, contrato de suporte a Firewall;
  • Serviços de instalação e configuração física e lógica dos novos hardwares;
  • Serviços de migração do ambiente virtualizado, migração de dados dos Storages, reestruturação das políticas de backup, implantação de software de backup, configuração dos servidores, testes e homologação;
  • Sistema de combate a incêndio, sistema de controle de acesso, sistema de câmeras de segurança e monitoramento do datacenter, porta corta fogo, piso elevado;
  • Custo de mão de obra para administração e monitoramento do ambiente físico;
  • Manutenção dos nobreaks, geradores e aquisição de novas baterias;
  • Datacenter de contingência;
  • Aluguel ou compra do espaço físico para o datacenter;
  • Mídias de backup, guarda de backup, tempo de backup.

Da mesma forma, há também aspectos importantes que devem ser analisados dentro de um estudo de TCO. Variáveis como:

  • regime tributário da empresa,
  • alíquotas de impostos,
  • índice de reajuste de despesas,
  • custo Médio Ponderado de Capital
  • e (VPL) valor presente liquido.

Itens descritos com detalhes no artigo “Fique atento às variáveis fiscais e financeiras de um estudo de TCO” da Dulcinéia Reijane.

 

O estoque de recursos no ambiente local

Comumente as empresas adquirem seus datacenters com poder de processamento e armazenamento muito superiores ao necessário no primeiro momento. Isso porque o tempo de vida estimado de um datacenter é de 3 a 5 anos. E como deve ser considerada uma porcentagem de crescimento dos sistemas neste período, durante muito tempo os datacenters possuem recursos “de sobra”.

Portanto, para não deixar de aproveitar estes recursos, as máquinas virtuais acabam tendo suas especificações subdimensionadas com vCPUs e memória bem acima do necessário. E desta forma, utilizando todo o recurso disponível, afinal de contas ele já foi adquirido.

De acordo com o Gartner, computação em nuvem é uma tendência que deve ajudar as empresas a migrar seu datacenter. E, dessa forma, proporcionar melhor performance para a TI e agilidade para os negócios.

 

A modernização da TI com a adoção da nuvem

O principal fator para a adoção da nuvem é a modernização da TI, seguido pela economia, inovação e agilidade. Isso mostra um uso sofisticado e estratégico dos serviços de nuvem pública. Esses serviços não são usados apenas para gerar economia e inovação mas, também, como base para a transformação digital do negócio.

De fato, é de suma importância o estudo detalhado de TCO do ambiente local antes de migrar para a nuvem. O objetivo é otimizar os recursos, a disponibilidade dos serviços e como consequência, reduzir o investimento.

Por exemplo, o Gartner estima que 45% das organizações que migram para a nuvem sem otimização do ambiente estarão subdimensionadas em até 55%. Além disso, gastarão mais de 70% durante os primeiros 18 meses.

Pode até parecer exagero, mas estes custos somados podem encarecer e muito a conta prevista. A SGA Tecnologia Inteligente realiza o estudo de TCO em todos os seus projetos. Temos encontrado números entre 10% a 40% de créscimo no valor de um datacenter local após os custos diretos e indiretos serem levantados. Em média, 26% de redução de custo do ambiente em nuvem se comparado ao ambiente local.

Enfim, e como se livrar dos custos diretos, indiretos, otimizar o ambiente e ainda economizar? É simples!

Portanto, migre para a nuvem e troque todos estes custos diretos e indiretos por um único custo mensal. Assim, você paga somente pelo o que usa na nuvem. E, de fato, sempre usufruindo de tecnologias atualizadas, ambiente otimizado com revisões trimestrais para maior eficiência e economizando ao máximo!

Dessa forma, estamos prontos para apoiá-lo na sua jornada para a nuvem. Fale com um de nossos consultores e migre seu datacenter local para a nuvem com a SGA Tecnologia Inteligente!